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São Paulo,08/03/2026

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Peça de 1994 chama atenção pelo formato diferente e história econômica

Mesmo valendo oficialmente 25 centavos, exemplares bem conservados despertam interesse no mercado de numismática


Peça de 1994 chama atenção pelo formato diferente e história econômica Detalhe da borda com várias faces que diferenciava a peça das atuais - Reprodução/YouTube







Moeda de 25 Centavos com Vários Lados: História e Curiosidades




Você já reparou naquela moeda de 25 centavos que parece ter mil lados, quase como um engrenagem velha de relógio? Ela surgiu em 1994, bem no comecinho do Plano Real, e logo virou uma queridinha no bolso dos brasileiros por causa do seu formato poligonal diferentão, com bordas cheias de recortes que facilitavam pegá-la no escuro ou no tumulto do troco.

Feita de aço inoxidável resistente, essa belezinha marcou época, mas aos poucos deu lugar à versão redondinha que usamos hoje desde 1998 – e o melhor: sem nunca deixar de valer os seus 25 centavos certinhos.



É impressionante como uma moedinha tão simples carrega tanta história, né? Ela mostra como o Banco Central pensou em tudo: durabilidade pra aguentar o tranco, facilidade pra não confundir com as outras e até um jeitinho de driblar falsificadores.

Hoje, quem acha uma dessas no fundo da gaveta sente um friozinho na barriga, porque virou quase uma relíquia viva, disputada por colecionadores, mas ainda pronta pra pagar um cafezinho sem problema nenhum.



O visual que conquistou o Brasil


Essa moeda pioneira do real, produzida só entre 1994 e 1995, tinha 23,5 mm de diâmetro e uns 4,78 gramas de peso puro aço inoxidável, com a efígie da República brilhando no anverso.


O que chamava atenção mesmo era a borda com reentrâncias poligonais, perfeita pra reconhecer de tato em qualquer situação – do ponto de ônibus à maquininha de venda automática, tornando o dia a dia mais prático na era do "novo dinheiro".



O adeus que ninguém esperava


Em 1995, o Banco Central bateu o martelo e parou de cunhar essa primeira leva de moedas do real, abrindo caminho pra uma padronização total do nosso cifrão.


Chegou então 1998 com a segunda família: redondinha, com bordos canelados e revestimento de bronze no aço, ideal pros equipamentos modernos que exigiam uniformidade e duravam mais nas caixas eletrônicos.



Ela ainda manda bem no bolso?


Pois é, essa veterana continua 100% legal pra gastar em qualquer lugar, mesmo que você raramente a veja rolando no supermercado por causa da tiragem baixa de antigamente.


Colecionadores piram em exemplares bem cuidados, transformando-a num tesouro numismático que valoriza com o tempo, mas sem mexer no precinho facial de sempre.



Dicas pra achar e aproveitar a sua


Basta olhar a borda cheia de recortes e checar o ano – 1994 ou 1995 – pra saber que é ela, com aquele metal que dá uma sensação única na mão, diferente das novas.


Gaste no dia a dia se quiser, guarde pra mostrar pros filhos como era o real novinho ou troque com fãs de moedas: no fim, é um pedacinho palpável da história que mudou o Brasil pra sempre.







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